sexta-feira, 25 de agosto de 2006

.......

Silêncio?
Espera...
Ah, minha cabeça cheia de imaginação.

Se depender dela, maravilha...

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Sexta de novo. E eu esperando pelo domingo.

Somente para guardar...

Passam-se os anos. Muitos e rápidos. Velozes, cruéis... Com eles, além dos segundos, levam nossa vitalidade, nossos sonhos, nossos amigos...

Se hoje eu já não reconheço esse advogado centrado, sério, cheio de compromissos; comigo estará sempre aquele menino chatinho, birrento, todo dono de si e cheio de porquês. Aquele mesmo, doce e carinhoso, que poucos tiveram o privilégio de conhecer. Por isso, o privilégio foi meu, de elegê-lo, entre tantos, o irmão consangüíneo que eu não tive.

O tempo encarregou de nos afastar. “Ouvir falar” ou esbarrar em qualquer shopping da vida são os nossos encontros hoje. Imaginá-lo advogado, pai de família, chefe ou qualquer outro título desses, é cobrar demais da minha imaginação. As lembranças teimam em suprimir a realidade e ainda o vejo fardado, na flor da adolescência, a passar-me broncas, assumindo o papel que lhe foi devido.

Hoje, 17 anos depois do começo, eu o amo ainda mais. E nem essa distância que a vida nos impõe, nem meus olhos, que pouco o reconhecem, são capazes de acabar com isso. Nem o tempo, por mais que tente!

Muitos parabéns, com toda a força dessas simples palavras.

Sua irmã.
(edição 2, de 20 de junho)

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Verdade...

Samba do Grande Amor

Chico Buarque

Tinha cá prá mim que agora sim
Eu vivia enfim o grande amor

Mentira
Me atirei assim de trampolim
Fui até o fim, um amador
Passava um verão a água e pão
Dava o meu quinhão pro grande amor

Mentira
Eu botava a mão no fogo então
Com meu coração de fiador

Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor

Mentira

Fui muito fiel, comprei anel
Botei no papel o grande amor

Mentira
Reservei hotel, sarapatel
E lua de mel em Salvador
Fui rezar na Sé prá São José
Que eu levava fé no grande amor

Mentira
Fiz promessa até prá Oxumaré
De subir a pé o Redentor


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Espetáculo de música. Trilha sonora desta semana. Espero que se torne das próximas... aliás, para as todas as próximas, que seja o CD inteiro de Osvaldo Montenegro cantando "Seu Francisco".

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Para rir: Assista o programa eleitoral. Risadas garantidas! Pelo menos enquanto eles estiverem na tv e não exercendo seus cargos...

Para chorar: Mais três deputados estão sendo cassados na CPI dos Sanguessugas (é, aquela envolvendo ambulâncias superfaturadas, acabando ainda mais com essa saúde falida). "São eles Gilberto Nascimento (PMDB-SP), Feu Rosa (PP-ES) e Helenildo Ribeiro (PSDB-AL)"

(crédito das "aspas" - Portal IG)

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- "O que há de você em seus amigos?"

Alguém pode me reponder???
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Natação...
Passarinho...
Faltam: 135 dias...

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

"O que é que a vida vai fazer de mim...?"

Dia incrível... impossível de se imaginar. Eu que pensava, por vezes, estar só com meus pensamentos e meu jeito pouco compreendido de ser, vejo-me prostrada a admirar palavras que me descreviam com uma riqueza de detalhes e com tal profundidade que me deixou assustada e, até agora, perplexa.
Fico me perguntando se sou transparente a esse ponto ou se o meu observador tem olhos muito melhores do que os que eu pude julgar.
Sentimentos escapam pelos poros da pele? Espero que não...

Eu poderia ter passado mais horas a ouvir, ouvir... Em determinados pontos, era difícil responder o que me era questionado, tamanha viagem que as palavras faziam em meus pensamentos. Eu gaguejava, hesitava, repensava, mas tudo parecia pouco.
Pouco por que eu estava diante de tudo. Isso me deixava atônita.

"Roda mundo, roda gigante / Roda moinho, roda pião / O tempo rodou num instante / Nas voltas do meu coração
Tem dias que a gente se sente / Como quem partiu ou morreu

A gente estancou de repente ou foi o mundo, então, que cresceu?
A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda vida e carrega o destino pra lá (...)"

É justo? De novo?
Ah, vá saber!!!

- O que há de você nos seus amigos?

Vou pensar nisso por semanas...

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

"The Queen of the Universe"


A cantora Madonna está fazendo aniversário. Na noite de 28 de dezembro de 1988, ela passou nove horas aprisionada e foi torturada pelo ex-marido, o ator Sean Penn. Ele chegou embriagado. Pegou Madonna pelos braços, esbofeteou-a e amordaçou-a. A estrela foi amarrada numa cadeira. Sean colocou a cabeça dela no forno e ligou o gás. Ela desmaiou. Sean desligou o forno, abriu as janelas e desapareceu.
1977 - O cantor Elvis Presley, o "Rei do Rock", foi encontrado morto no seu quarto. Aos 42 anos e obeso, Elvis sofreu uma arritmia cardíaca.

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Hoje eu não tenho nada pra escrever. O dia tá nublado, e eu morrendo de sono.
Releases, releases e mais releases... até quando eu sobrevivo?
Acho que prefiro estudar História!
Enologia... Medicina...
Ah, sei lá.
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Carlos ت Ocupado diz:
Auto-crítica é diferente

Carlos ت Ocupado diz:
Eu posso me cobrar demais...

Acho que concordo!! Preciso consultar minha "auto-crítica" mais vezes.
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142 dias...

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

Curiosidade do dia



A causa da Segunda Guerra Mundial foi a invasão da Polônia pelos alemães, no dia 1ª de setembro de 1939, depois de o líder Adolf Hitler já ter anexado a Áustria e um pedaço da Tchecoslováquia. Ela terminou no dia 8 de maio de 1945, com a vitória das Forças Aliadas, formadas por 25 países. No dia 14 de agosto, há exatos 56 anos, o Japão rendeu-se. A rendição formal foi feita, solenemente, a bordo do navio Missouri no dia 2 de setembro.
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Só para informar...
Espero novidades pros próximos dias.

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

Você acha que tem problemas? Talvez você esteja precisando ler mais...

Toda vez que eu penso ter problemas, abro o site do IG®. Não é nada pessoal com o referido portal. Trata-se das realidades que podem chegar a mim atravéz dele, que têm o poder de por meus pés no chão.

A gente briga por besteira, discute por MSN, fica com raiva e até chora. Mas a vida corre lá fora, muito mais rápido e muito mais cruel do que se pode cogitar. Não acredita? Acompanhe comigo:

Indiana vende filha por menos de meio euro

Agência EFE - 14:05 11/08

Uma mulher indiana vendeu sua filha de cinco anos a um casal que não tinha filhos por 21 rúpias (0,35 euro) no estado de Bihar, no norte da Índia, informou hoje a agência de notícias "PTI".
Passando fome, Rita Devi, da localidade de Kesaria, no distrito indiano de Champaran, cujo marido morreu há poucos meses, vendeu sua filha na sexta-feira a Jaleshwar Das e Rajkumari, segundo a agência. Segundo as fontes a que a "PTI" teve acesso, ao se dirigir para a casa dos pais, que moram em Lalganj, Rita passou pelo povoado no qual o casal vive. Rajkumari afirmou que entregou a Rita 21 rúpias porque ela não tinha dinheiro para continuar sua viagem e prometeu devolver a menina quando Rita voltasse. Vinay Kumar, magistrado do distrito de Muzaffarpur, pediu que seja aberta uma investigação sobre o assunto.


De repente, sinto-me envergonhada.
Ok, a raiva passou. Vamos fazer as pazes?

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Vovózinha...
Passarinho...
Hoje é sexta, e eu já me sinto em plena segunda-feira.

147 dias................. lindo, lindo!!!

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

"... Era um coisa sua que ficou em mim..."

Eu tomava banho por volta das 7h da manhã. Minha mãe batia insistentemente na porta, dizia que precisava falar comigo. Eu busquei no meu arquivo se havia feito algo de errado naqueles dias... nada me ocorreu. “Deve ter acontecido alguma coisa”. Pensei logo na minha tia, que estava viajando com meu tio e primos.

Saí e vi minha mãe chorando, contando para a minha irmã. Vovó...

Eu fiquei em choque. Sem dúvida é a pontada mais forte... não dá para descrever. Aquela criatura meiga, calma, havia partido durante a tranqüilidade do seu sono, ao lado do meu avô. Seu companheiro de toda a vida.

Não sabia se chorava, se consolava minha mãe, se acalmava minha irmã. Se existe um sentido para a expressão de “perder o chão”, eu conheci naquela hora.

Chegar naquela casa, que tem a cara da minha infância, e ver meus tios chorando, meu avô desconsolado, foi uma imagem que, nem na minha imaginação fértil – capaz de pensar as maiores atrocidades – eu fui capaz de cogitar. O bolo em cima da mesa, feito por ela em sua última noite de vida, parecia aumentar a dor da ausência. E não tinha ninguém para me oferecer um pedaço, como ela costumava fazer, mesmo que depois me olhasse e dissesse: “Tá gordinha, heim?”.

O tumulto era grande. Subi e fui em seu quarto, onde “ela” ainda estava, enrolada no lençol, na mesma posição em que eu a flagrava em seus cochilos de domingo. Era a minha avó, mas o susto me fez recuar. Desci, respirei e voltei.

Seus óculos em cima do criado mudo. Fui perto dela e sem tirar o lençol, tateava, talvez para ter certeza de que era ela mesma. Os braços gordinhos, os pés pequenos... Constatei, mas continuava sem acreditar. Naquela hora, sim, eu chorei de dor.

Fui no quintal, que é o lugar que mais lembra tudo. Mas ele já não lembrava nada. A nova reforma, que jamais terminará, tinha arrancado todas as árvores, tinha desfigurado todos os cantinhos por onde eu brincava. As plantas estavam murchas, outras mortas. Eu, atônica. Olhava, não via nem entendia nada. De tudo, restava o cheiro e as imagens que eu ainda tenho, as únicas sobreviventes. No lugar das nossas bicicletas, o carro da funerária estacionado onde antes havia um jardim.

Não sei como, mas cheguei dirigindo ao Morada da Paz. O nome já combina com o estilo de vida que a minha avó sempre teve. No caminho, minha irmã, minha prima e eu, conversávamos e ríamos das presepadas que vovó sempre aprontava. Nisso, comentávamos a última: minha mãe havia encontrado chocolates na gaveta do criado mudo. “Trela”, como as que ela fazia sempre.
As guloseimas falavam muito mais alto que os altos níveis de colesterol... mas o que é uma vida sem sabor? Mesmo que tivesse duas xícaras a menos de açúcar do que a receita recomendasse, para “não ficar muito doce”.
Do que vale a vida pela metade? Comamos as duas bandas... “foi só um pedacinho”.

Por várias vezes vi minha avó fazer coroas de flores para velórios. Caprichosa, colava as letras da faixa uma a uma, juntava flor por flor. Eu achava aqueles arranjos de péssimo gosto, mas ela me dizia que era uma homenagem. Ontem, vi a nossa para ela. Tinha antúrios, flores do campo brancas, rosas vermelhas e carinhos-de-mãe – como ela mesma me ensinou, muitas vezes, como chamar cada uma delas. Perfeita!
“Saudades eternas do esposo, filhos, filhas, netos e netas”... Dos filhos, todos os seis (cena vista pela primeira vez por mim). Dos netos, apenas os mais velhos: Juliana, Arthur e eu. Aos pequenos, sobra a dádiva de somente lembrar dela sorrindo, oferecendo chocolate às suas “fofuras”.

O semblante era de paz. Da paz que ela teve em vida, e com a qual Deus a abençoou no momento da partida. Depois da missa (sobre a qual prefiro não tecer qualquer comentário), eu deixei-lhe um bilhete e um beijo na testa. Testa fria, para o beijo mais quente que eu lhe dera. “Até, vovó”... e fechou-se a imagem dela.

Corri no carro e peguei uns cachos de flores que havia tirado do quintal. Escondi debaixo do casaco, para não chamar atenção. Vi descer no túmulo, olhei o caixão de cima e joguei-lhe as flores. As mesmas com as quais ela fez minha coroa na Primeira Comunhão. De novo, a dor da perda... era ela, indo embora.

As lágrimas dos meus tios e avô, que por tantas vezes me pareciam insensíveis, ali mostravam tudo que ela representava. O abraço no meu primo, o abraço em Francisca, companheira de toda vida e “tia” por direito adquirido... sua pele fria e escurecida, que substituía a fina e alva de sempre. Branca, limpa... de cabelos finos e olhos cinzas e cheios de “vovó”...

No bilhete de despedida, lia-se:

Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo e procurei no escuro
Alguém com seu carinho e lembrei de um tempo
Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de chôro
Desculpa para um abraço ou consolo

Hoje eu acordei com medo, mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim (que não tem fim)
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu
Há minutos atrás.

- Escrita pelo meu Poeta maior, para sua avó Maria. Pedi licença para oferecer à minha.
E eu, que nunca havia dedicado-lhe linhas, hoje dedico estas, aquelas que levou consigo entre as flores e as lágrimas de alegria por tê-la tido.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Irmãs... trabalho em dobro!

Você tem irmãos mais novos? Não?
Sorte sua!!! Eu tenho duas!

Essa noite eu não dormi. E não é força de expressão. Não dormi mesmo... Às 23h30, meu pai chega empolgadíssimo de sua temporada em Angola, cheio de artesanatos, fotos, vídeos e histórias pra contar. Pior que eu só pensava na hora em que poderia, finalmente, deitar e dormir... Tentei ser legal, simpática, mas não deu. Mesmo assim só consegui dormir pouco mais de 1 hora.

O relógio do celular mostrava 3h30. Eu pensei que era um pesadelo, mas a imagem do meu pai me chamando de novo era verdadeira. Mas não teve jeito. Levantei sem nem pensar muito e quando vi, já estava no aeroporto. Recompensador foi ver aquela figura rosada, toda encasacada, desembarcar no Recife após viajar sozinha, desde Porto Alegre.

Ela abraçando meu (nosso) pai foi uma cena incrível. Pra mim ficou a sensação de dever cumprido...

O sono hoje me arrasa.

Amanhã tem Tributo a Cazuza no Downtown Pub... Iupi!!!


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Passarinho, muito, "do umbigo"
153 dias pro dia lindo!!!

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

Conversinhas... e viva o MSN!!!

Tem dias que, por mais que eu me esforce, não consigo escrever nenhuma linha de release*. Para distrair, ou até inspirar, eu procuro alguém interessante na minha lista de "amigos" no Messenger ®... Nem sempre tem alguém legal, disposto a perder um pouco do seu tempo conversando comigo.
Às vezes eu tenho aulas de história. É bom e ruim. Bom por que eu aprendo muito, ruim por que percebo que não sei nada... Mas Bruno (o professor) também diz a mesma coisa. Mas esse tem futuro, e vai longe. Eu, quem sabe, sigo por aí também.

Filipe fala de Madonna. Narrou-me o show que foi ver em Miami e eu fiquei vendo todas as imagens, tamanha a riqueza de detalhes. Bem, ele também é jornalista... e sabe ser como poucos.

Karina ainda está convalescente, coitada. Culpo-me por ainda não ter ido visita-la. Segue a conversa de hoje:

Tati ... diz:
vaKakakakinha!


Ka diz:
oi


Tati ... diz:
fale-me tudo


Ka diz:
sobre?

Tati ...diz:
(cantando) eu quero saber da sua vida... peço alguém pra me contar sobre o seu dia... amanhaceu e eu preciso só saber... como vai vc...


Ka diz:
meu dia... deixe-me ver. foram tantas coisas

Ka diz:
eu acordei, tomei cafe, liguei o pc, enjoei, fui p tv, enjoei, fui ler, cansei, ai fui almoçar

Ka diz:
tv - pc- livro

Ka diz:
e la se vai o ciclo vicioso

Ka diz:
e vc?

Tati ...diz:
acordei, nadei, tomei banho, comi, trabalhei, comi,trabalhei, comi...

Tati... diz:
depois onibus, faculdade, comer...

Tati... diz:
talvez aeroporto, teu pai chega hj

O ócio intelectual corrói meu juízo...
Mas hoje já é quinta-feira. Logo mais meu pai chega de Angola. Às 4h de amanhã, chega a Gorda de Porto Alegre. No sábado, Juliana de Garanhuns...
E daqui a 154 dias, eu chego no Rio!

Passarinho... ah, você já sabe!
154 dias... gorda e cansada
!


quarta-feira, 2 de agosto de 2006

E faltam exatos 155 dias...

Acabo de fazer minhas contas. Os quase 6 meses que faltam pra minha viagem parecem intermináveis... mas terminarão, e aos pés do Cristo, de frente para a Baía de Guanabara.
Fiz um calendário. A contagem regressiva será feita diariamente. Talvez assim eu me convença de que preciso economizar mais...

Se pudesse pedir qualquer coisa, seria mais umas 5 horas no meu dia. Mas, com certeza, elas seriam usadas para dormir. Há pessoas que têm vergonha da preguiça... eu sou uma preguiçosa assumidíssima! Cinco minutinhos a mais de sono podem fazer a diferença entre um bom dia ou 24 horas de um mau humor insuportável.
Mesmo assim, resolvi nadar. É... braçadas numa piscina gelada às 6h45 da manhã. Embora hoje, no primeiro dia de aula de natação, eu tenha chegado atrasada, tenho certeza que conseguirei levar adiante.
Bem, preciso. Nem minhas calças cabem mais em mim. Efeito das férias... Putz! Odeio ser gorda! É o fim...


O show do Barão Vermelho foi, do palco pra cima, maravilhoso. Digo isso por que os "meninos" são impecáveis e tiveram cuidado de montar um show com uma qualidade técnica que eu nem imaginei ver.
O negócio era focar lá, no palco, e esquecer aquela platéia horrorosa!
Nunca pensei que fosse ser fã de alguém, mas agora assumo que sou. Mas tenho todo estilo: não choro, não morro e nem mordo. Não tento burlar a segurança e não tentei subir no palco.
Entretanto, acordei às 4h da manhã pra pegar um ônibus que me levasse para Garanhuns, gastei dinheiro pra burro e ganhei uma tremenda dor nas costas. Mas pulei como uma criança e gritei tanto que a garganta pediu socorro!
Cheguei em casa em PURO ÊXTASE (com o perdão do plágio)!

Ainda estou tentando conseguir as minhas entrevistas... nem quero relatar o que me aconteceu.
Quem sabe na próxima.
Tenho que ir trabalhar agora!
Quem ler, verá!

Passarinho, “te amo do umbigo”.
Como disse: faltam 155 dias!! Continue lindo!