quarta-feira, 18 de outubro de 2006
COMPROVADO: Eu sou uma comunicadora nata!
MODELO
Você é mestre nisso! Escreve com clareza, fala com impacto e sabe ouvir. No “blá blá blá” adequado e oportuno você vende o seu peixe com graça e competência. Por que faz tudo isso tão bem? Porque gosta muito de gente! Inteligente, você sabe que falar bem não significa matracar o dia inteiro. Parabéns, não é fácil encontrar comunicadores natos por aí...
Hahahahaha!! Adoreeeeei esse teste. Pelo menos esse não deu como resultado frases do tipo: "Você não é tão paranóica assim", "você não está tão perdida em seu espaço cósmico" ou "você é uma mulher decidida, continue assim", essas coisas que pode ter um punhado de significados e que você interpreta como quer. Fica ao gosto do freguês...
Notas baixas nas provas. Tive vontade de morrer ontem! Na busca de melhorar o desempenho, já cataloguei milhares de fichas e livros que precisarei ler para as próximas provas. A professora brincou comigo, diante a minha cara de decepção com a nota. "Você melhora na próxima"... Tem gente que não sabe ficar calada! Eu sei, por isso me contive para não responder ao conselho inútil.
Semana passada aconteceu o "realinhamento dos planetas". Por causa disso, as minhas chefes trouxeram flores e frutas para o escritório. Acho que foi para oferecer aos deuses do cosmo. Eu não senti diferença nenhuma. Pensei em cortar o cabelo por causa disso, mas acabei desistindo. Acho que somente a lua influencia no crescimento deles... dizem!
Natação às 6h da manhã tem me feito bem, só morro de nojo das coisas que bóiam na piscina. Tentei nadar de olhos fechados, mas não deu certo. Então, fico concentrada e números e esqueços os insetos, fios de cabelo e outras coisas que nadam ao meu lado... eca!
Musique-se
Paciência
Lenine
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)
Será que é tempo que me falta pra perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não...a vida não para)
terça-feira, 17 de outubro de 2006
Serviço de inutilidade pública

Nem tudo que reluz é ouro
Nem tudo que balança cai
Nem tudo que é publicado é notícia
Nem todo mundo que escreve é jornalista!
Correio Braziliense, 17 de outubro de 2006
A Polícia Civil de Nova Iguaçu (RJ) registrou novos ataques de Vitor Hugo Simões de Loterio, 28 naos, conhecido na Baixada Fluminense como o "maníaco do dedo", que assediou sexualmente 22 mulheres nos bairros da cidade. Nos ataques recentes, o acusado manteve a mesma estratégia: entrou na casa das vítimas entre as 3 e as 5h, com o rosto coberto, abordou a mulher, rendeu-a e chupou os dedos dos pés da vítima. Na saída, o maníaco roubou alguns objetos e tornou a deixar recados obscenos na parede, como "o seu pé é muito gostoso". O tarado teve pedido de prisão apresentado à Justiça pela polícia.
domingo, 15 de outubro de 2006
Sorrisos preguiçosos e musicais de domingo...
Quando eu atravessava aquela rua, morria de medoDe ver o teu sorriso e começar um velho sonho bom
O sonho fatalmente viraria um pesadelo
Ali, bem mesmo em frente a um certo bar, Leblon (...)
(Tesoura dos desejos - Alceu Valença)
Um dia vou ver você
Chegando num sorriso
Pisando a areia branca
Que é o seu paraíso
(Debaixo dos caracóis dos seus cabelos - Caetano Veloso)
Quando eu rio
Rio seco
Como é seco o sertão
Meu sorriso é uma fenda
Escavada no chão
Quando eu choro
(Baioque - Chico Buarque)
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Para traduzir a mim, só ele...
Completamente Blue
Cazuza
Tudo azul
Completamente blue
Vou sorrindo, vou vivendo
Logo mais vou no cinema
No escuro eu choro
E adoro a cena
Sou feliz em Ipanema
Encho a cara no Leblon
Tento ver na tua cara linda
O lado bom, o lado bom, o lado bom
Como é triste a tua beleza
Que é beleza em mim também
Vem do teu sol que é noturno
Não machuca e nem faz bem
Você chega e sai e some
E eu te amo assim tão só
Tão-somente o teu segredo
E mais uns cem, mais uns cem
Tudo azul, tudo azul, tudo azul
Completamente blue
Tudo azul, tudo azul
Como é estranha a natureza
Morta dos que não tem dor
Como é estéril a certeza
De quem vive sem amor, sem amor
Mas tudo azul, tudo azul, tudo azul
Completamente blue
Tudo azul ...
sábado, 14 de outubro de 2006
Os meus saudáveis
Somos médicos, advogados, físicos e jornalistas. "A gente somos do grupo jovens"... ali come-se areia, bebe-se fanta uva, conta-se piadas infames e vive-se o hoje rindo do ontem. O ontem, vivo como nunca, que nos faz ser mais felizes hoje, afinal "basta estarmos juntos".
São, hoje, a única forma que eu encontro de ainda ver "aquele" deus tão próximo. Ele hoje me parece tão real e plausível quanto o coelho da páscoa ou papai noel; eles me dão a sensação de que a vida vale a pena, simplesmente por eu seu quem sou... E por nós sermos quem somos, principalmente quando estamos juntos. É amor para toda uma vida. É um amor que completa 8 anos...
Outros surgem e talvez se vão como vieram. Mas com os meus "saudáveis", cheios de "espiritualidade", aprendi o valor da amizade. Daquelas de atravessar a vida. Uns se vão, eles ficam.
Enfim...
- Confesso não ter entendido muito bem do que se tratava a tal "Dália Negra";
- Desculpo-me por não ter conseguido, talvez, pagar a minha dívida;
- Agradeço os chocolates, embora odeie o fato de sair do odiado regime;
- Silencio simplesmente para sentir melhor os momentos em sua companhia. É um bem enorme;
As palavras faltam, as mãos titubeiam, a atitude pensada esmorece... mas por mim, as horas durariam dias. Incontáveis dias.
* Definitivamente, eu sou melhor escrevendo. Os dedos que batem rapidamente no teclado apenas traduzem os pensamentos, e eu não tenho tempo de censurá-los.
É muita cara de pau.
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Hoje não tem música. Fica o silêncio das palavras. O silêncio do luto, da dor e do valor da presença que se acabou, mas é eterna.
Um brinde!
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Penso e danço*

Penso como vai minha vida
Alimento todos os desejos
Exorcizo as minhas fantasias
Todo mundo tem um pouco de medo da vida
Pra que perder tempo desperdiçando emoções?
Grilar com pequenas provocações
Ataco, se isso for preciso
Sou eu quem escolho e faço os meus inimigos
Saudações a quem tem coragem
Aos que tão aqui pra qualquer viagem
Não fico esperando a vida passar tão rápido
A felicidade é um estado imaginário
Não penso em tudo que já fiz
E não esqueço de quem um dia amei
Desprezo os dias cinzentos
Eu aproveito pra sonhar enquanto é tempo
Eu rasgo o couro com os dentes
Beijo uma flor sem me machucar
As minhas verdades eu invento sem medo
Eu faço tudo pelos meus desejos
Pense e dance...
Pense e dance...
* Mesmo sendo uma pessoa sem rítmo...
Adoro a letra dessa música. Identificação total...
Semana de provas acabando! Graças!
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87 dias...
Feriado à vista. Ótimo!
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Música ruim, só pra cantarolar... ♪ ê saudade, que bate no meu coração...♪
Hahahahaha
Horrível, mas é verdade.
Vestidinho de bolinhas amarelas e roxas... um horror tb!
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Frágil destino...
Fragilidade inerente ao ser humano, que se considera tão forte.
Semana de provas e o stress sobe à cabeça. Pudera! Eu fui incapaz de tocar nos meus livros (leia-se fichas e fotocópias). Deve ser o fatídico desestímulo de reta final de curso. Você começa a deixar as “ideologias jornalísticas” em casa quando se depara com a dificuldade do mercado de trabalho, que não seleciona os melhores, mas elege os indicados. Mas acreditar ainda é o melhor caminho a ser trilhado até conseguir ter o tal “canudo” nas mãos...
Depois disso, sabe-se lá onde irei parar...
Essa madrugada o cachorrinho de estimação da minha prima mais velha foi sacrificado. Eu nem gostava dele, já que me mordeu quando eu era pequena, mas fiquei compadecida do sofrimento da minha prima. Foram 17 anos de convivência com aquele pulguento insuportável que, sem dúvidas, ela aprendeu a amar.
Ficam meus pêsames pelo falecimento do infeliz...
Do meu novo CD, canta-me Cazuza...
Musique-se
Por Aí
Cazuza
Se você me encontrar assim
Meio distante
Torcendo cacho
Roendo a mão
É que eu tô pensando
Num lugar melhor
Ou eu tô amando
E isso é bem pior, é
Se você me encontrar
Rodando pela casa
Fumando filtro
Roendo a mão
É que eu não tô sonhando
Eu tenho um plano
Que eu não sei achar
Ou eu tô ligado
E o papel, e o papel
E o papel pra acabar
Se você me encontrar
Num bar, desatinado
Falando alto coisas cruéis
E que eu tô querendo Um cantinho ali
Ou então descolando
Alguém pra ir dormir
Mas se eu tiver nos olhos
Uma luz bonita
Fica comigo
E me faz feliz
É que eu tô sozinho
Há tanto tempo
Que eu me esqueci
O que é verdade
E o que é mentira em volta de mim
Amanhã, Tributo à Cazuza no Downtown. É... na falta, vai tu mesmo...

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90 dias.
Uma falta, um vazio. Um vazio cheio.
Um lugar:
Um pensamento:
Uma pessoa:
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
A vida é uma linda bossa nova

WaVe
sr. Antonio Carlos Jobim
Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho
O resto é mar
É tudo que eu nem sei contar
São coisas lindas que eu tenho pra te dar
Vem de mansinho a brisa e me diz
É impossível ser feliz sozinho
Da primeira vez era a cidade
Da segunda o cais e a eternidade
Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver
Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho
Da primeira vez era a cidade
Da segunda o cais e a eternidade
Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver
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91 dias
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Era Deus... deuses
Ouvir o tempo todo “se deus quiser”, “quando deus quiser”, “foi deus quem quis”, sempre me deu uma impressão de que ele seria muitíssimo ocupado. Era por isso a falsa impressão (falsa, segundo minha avó) de que jamais me ouvia. Hoje, quem sempre assumia o papel de protagonista da história, consegue apenas pontas, participações especiais, que pouco demonstram a importância de outrora.
Hoje eu creio nos homens, em mim, e isso talvez seja o amadurecimento da fé. Não tornei-me descrente, mas racional. A crença, por si só, não permite que racionalizemos seus meios, pensando em entender seus fins. A razão, hoje, me ensina a “fazer por onde” para se chegar longe.
Gosto de coisas práticas, rápidas, embora aprecie todos os processos de construção de um novo fato. È como um prato de papa. Minha mãe me mandava comer pelas beiradas, onde já estava mais frio. E, embora minha vontade fosse de comer o centro do prato, eu achava interessantíssimo a diferença de temperatura... ficava imaginando os processos do fenômeno térmico.
Falando em processos, estou às voltas com a minha monografia. Fico pensando o porquê de ter escolhido o projeto mais difícil... QUE COISA!! Pilhas e pilhas de teorias da comunicação, coisas complicadas de entender, simplesmente por que não têm uso na prática. Para complicar ainda mais, falarei sobre ÉTICA. Céus, parece piada!! Apesar disso, analisar Cazuza é um prazer à parte.
Falando em Cazuza... música dele! E viva o bom humor de agora à noite...
Musique-se
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Alegria, Alegria...
Caminhando contra o vento, sem lenço sem documentoNo sol de quase dezembro, eu vou
O sol se reparte em crimes, espaçonaves, guerrilhas
Em Cardinales bonitas, eu vou
Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e Brigitte Bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vou, por que não, por que não?
Ela pensa em casamento, e eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento, eu vou
Eu tomo uma Coca-Cola, e ela pensa em casamento
Uma canção me consola, eu vou
Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome, sem telefone
No coração do Brasil
Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vou, sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou
Por que não?
Por que não?
Por que não?
Por que não?
Por que não?
Por que não?
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"Alegria, alegria", pra compensar o filme que não vi ontem.
Para compensar as lamúrias dos posts anteriores.
Para não dizer o que mais tenho vontade...
94 dias...
sexta-feira, 29 de setembro de 2006
E na sexta...
terça-feira, 26 de setembro de 2006
Eu fui, eu era, eu Sou...
Também pensava que o corpo humano era inflamável. Perguntava à minha mãe: “Não é verdade que a gente pega fogo?”
Um dia eu questionei a existência do sol - “Mainha, pra quê tem sol?”
Também achava que Papai Noel existia, e ficava preocupada em como ele faria para passar pelas grades da janela do meu quarto. Ele sempre deu um jeito.
Eu também tinha o péssimo hábito de confiar nas pessoas, e como foi duro deixar esse vício. Vez ou outra tenho uma recaída.
Eu dizia que queria ser professora por achar que seria muito divertido... Achava que poderia mudar o mundo com isso. Talvez pudesse.
Amava as minhas bonecas, e me considerava a melhor mãe do mundo. Mas também me achava a melhor irmã da minha única irmã; a melhor filha mais velha da minha mãe; a melhor amiga da minha melhor amiga.
Eu achava que de qualquer plantinha que crescia no jardim se podia fazer um chá milagroso que curaria a gripe da minha irmã. Vovó dizia que meus remédios eram do tipo “se não matar, cura”. Cheguei a cogitar que a cura para a AIDS poderia estar em uma pedra.
Era desastrada. Comia casca de lagosta e me engasgava. Comia chocolate demais e passava mal. Ia para a praia e voltava com 20 patas de ouriço cravadas nos pés... quebrava o abajour de vovó, os bibelôs da minha tia. Uma vez joguei um coco na cabeça da minha prima mais velha, só pra me vingar.
Todo mundo dizia à minha mãe que eu precisava de terapia, de internação, de um colégio interno. Certa altura, eu me julguei gênio por isso, já que dizem que todos eles são incompreendidos. A psicóloga me diagnosticou “uma criança ativa, mas normal’.
Deve ser por isso que hoje não suporto coisas normais, pessoas normais, dias normais. Mas não sou mais a mesma, o que pode representar uma grande perda... isso só saberei mais pra frente.
Continuo pensando sobre os meus três questionamentos: um lugar, um pensamento e uma pessoa...
Preciso de mais um tempo para me decidir.
E que os astros conspirem ao meu favor. Essa semana eu vou precisar!!
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João morreu no dia 29 de abril, há alguns anos, em uma das listas que a morte cumpre cotidianamente. Todos os vizinhos lamentaram com o mesm...
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Tenho uma opinião sem muito sentimento e um sentimento bem pessimista em relação ao fato do Brasil ser sede as olimpíadas de 2016. Na verdad...
