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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Filme Michael Jackson sai dos cinemas com 250 milhões de dólares em bilheteria
Do JC Online
A Sony Pictures divulgou nesta quinta-feira (3) os números finais da bilheteria do filme de Michael Jackson, This is it. Desde sua estreia no final de outubro, mais de 250 milhões de dólares foram arrecadados pelo mundo após quatro semanas em cartaz. As altas cifras também tomam conta do estúdio, que anunciou arrecadação recorde de 3,4 bilhões de dólares até agora este ano.Previsto para ficar apenas duas semanas no cinema, This is it, montado sobre os vídeos do ensaio de Michael Jackson para a interrompida turnê em Londres, ganhou mais 15 dias em cartaz, devido ao sucesso nas bilheterias. Em 2010 um DVD com mais de duas horas de extras do filme será lançado.
Os recordes bilionários da Sony Pictures tomaram forma também com os sucessos como "2012", ainda em cartaz e que já rendeu 620 milhões de dólares em todo o mundo, o thriller "Anjos e Demônios", a ficção científica de sucesso inesperado "Distrito 9" e o blockbuster repleto de ação "O Exterminador do Futuro: A Salvação".
PS: Algum duvidou que isso fosse acontecer?
PS2: Segundo um provérbio italiano, "quando mil pessoas dizem a mesma coisa, pode ser a voz de Deus ou uma grande besteira". O negócio é fazer diferente. Sempre.
Taí Michael pra comprovar.
PS2: Segundo um provérbio italiano, "quando mil pessoas dizem a mesma coisa, pode ser a voz de Deus ou uma grande besteira". O negócio é fazer diferente. Sempre.
Taí Michael pra comprovar.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
MJ como você nunca viu antes
“This is it” é uma generosa reconstrução da imagem de Michael Jackson, uma fórmula encontrada para refazer seu perfil e mostrar seu lado humano e doce, esquecido nos últimos anos pelo mundo. Mais que isso: é a chance de unir, como nunca antes, o rei do pop de pele descolorida à criança negra da época do Jackson Five.
Na quarta-feira, 28, na última sessão da estreia (que não estava lotada como imaginei), assisti a “This is it” intercalando silêncio e interjeições involuntárias. O filme é fiel ao seu personagem, narrando um Jackson à vontade, perfeccionista e fascinado por sua música.
As cenas mostram o astro em treinos de voz, numa aparente incansável busca pela perfeição. Ensaios detalhados, onde tempo e espaço estão à serviço do astro e da sua megalomania. Detalhe: cada close choca, como se ainda fosse surreal seu rosto de traços talhados.
Dirigida por Kenny Ortega, a história traz Michael Jackson, 50 anos, contracenando com notas, timbres, sopros e respiração que compõem seu cenário. E quando os elementos se unem à voz de Michael, tudo faz sentido. Seus bailarinos são uma extensão do astro, reproduzindo seus passos com a perfeição de um espelho.
MJ parece se doar em pequenas doses durante os ensaios, mas talvez por distração, deixa-se envolver, para de encenar, e se torna ele mesmo. Toques precisos e batidas são acordes que exigem sincronia. “Eu quero que saia como eu escrevi. Quero como os fãs ouviram no disco”, dizia durante um dos ensaios mostrados nas quase duas horas de filme. De fato, dava muito trabalho para Michael Jackson ser ele mesmo.
Delicado e gentil, Michael conduz suas cenas finais com um vigor impressionante, contrariando, aparentemente, as suposições de que estivesse com as condições físicas abaladas. Nada poderia estar fora de compasso. “Espere a minha deixa”, reclamava ele com voz macia, no take do show em que reviveria os tempos de Jackson Five. “Faça com amor. A-M-O-R”, pedia.
O ritmo de “Thriller” é trazido com os mesmos arrastos de pés e fantasias em uma das mais marcantes passagens de “This is it”. E aquilo tudo é tão Michael Jackson que qualquer imitação é, no mínimo, ridícula.
No fim, fica certo um sentimento de perda – pela turnê que não aconteceu, pelos esforços, talvez vãos, e pelo vazio que não terá solução. “E o que acontece agora?” – me perguntei várias vezes durante o filme, que terminou sob aplausos.
EM TEMPO: A princípio, "This is it" fica em cartaz por duas semanas.
Crédito das fotos: Kevin Mazur
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
"This is it" nos cinemas
Já começaram as vendas de ingressos para estreia de "This is it" nos cinemas, documentário com imagens dos últimos ensaios de Michael Jackson (para comprar o seu, clique aqui).
THIS IS IT (2009) - Documentário com imagens de arquivo e dos últimos ensaios de Michael Jackson no Staples Center de Los Angeles e no The Forum, em Inglewood, para a série de shows que faria em julho de 2009, em Londres, além de entrevistas com amigos e colaboradores. O filme é uma homenagem póstuma ao astro pop, que morreu em 25 de junho de 2009, em Los Angeles.
Direção: Kenny Ortega
Produção: Craig Conolly
Fotografia: Kevin Mazur
Trilha Sonora: o próprio
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Sony Pictures Entertainment / AEG Live / The Estate of Michael Jackson
Olha o trailer aí:
"Chegou o momento. É o meu ato final.
É uma aventura, uma grande aventura.
Queremos impressionar o mundo como nunca
e fazer um show como jamais se viu antes..."
E alguém duvida que ele conseguiria?
Lembrando que o filme estreia no dia 28 de outubro e só fica em cartaz por duas semanas.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Michael Macunaíma Jackson: A mídia x o astro pop
Nova estátua de cera de Michael Jackson, no museu Madame Tussauds (Foto: Joel Ryan/AP)Acho extremamente curiosa a necessidade humana de pôr-se contrário a determinado fato. Eu leio de tudo, em tudo que é canto, e o assunto que está na roda desde o dia 25 de junho é, claro, óbvio, a morte-mistério-espetáculo-funeral de Michael Jackson. Então, tentando fazer diferente, vou abrir este registro me limitando a questionar. Depois, sentar-me-ei, aguardado que algum crítico-detentor-da-verdade-estéril me traga qualquer resposta plausível.
Ah, antes de qualquer palavra que possa me comprometer, sinto-me na obrigação de assumir que me enquadro no grupo dos que traçam opiniões (por vezes, furadas) sobre tudo.
Senhores, primeiramente, pergunto-me qual seria a maneira mais adequada da família Jackson se posicionar diante da morte de Michael. Pergunto-lhes se seria preferível que houvessem optado por resguardar o momento somente aos próximos ou se era direito adquirido do público, que durante essas mais de quatro décadas deu o real sentido à carreira de Michael, presenciar a despedida. A dor da família, da mãe, dos filhos, merecia mais respeito e mais silêncio. Seria somente deles o direito intransferível a prestar homenagens à memória do filho mais talentoso, correto? Mas como afastar fãs, mídia e os sempre presentes "urubus" de um acontecimento como este? Por si só, o simples fato de Michael ter morrido já deixou parte do mundo chocado, incrédulo.
E só para não desvirtuar de sua habitual postura, também na morte, ele surpreendeu. De início, fiquei frustrada com o "simples" infarto que o matou, mas depois, convenhamos, os próprios fatos se encarregaram de desenhar para Jackson a morte que se imagina para um astro de sua grandeza.
A questão dois: Li alguns textos que criticaram veementemente a cobertura maciça que toda mídia terráquea concedeu ao óbito. Oras, teria como ser diferente? Imagine a construção de uma cena em que Michael Jackson morre, o Jornal Nacional avisa aos interessados e depois do “boa noite”, encerra-se o assunto. Ficaria só o vácuo...
Ao contrário. No dia 25, ainda diante da certeza-nem-tão-absoluta, que dependia de um boletim médico oficial para se tornar igualmente oficial, os veteranos da bancada do JN, que já narraram tudo o que foi de desastre (de terremotos a explosão de avião) engasgaram no ar. Isso, com direito a pedido de desculpas: “estamos emocionados com a morte de Michael Jackson”.
O dia 26 amanheceu com o mundo falando do mesmo assunto. Jackson, ainda quente, o infarto e fãs (e não-fãs) meio abestalhados, sem saber o que tinha acontecido. “Esse homem não ia fazer uma turnê por esses dias? Como é que ele morreu?”, ouvi, muda. Sabe-se lá.
Pequena pausa: A mídia, inclusive, foi acusada de tentativa de “canonização” do astro pop. Vejam só vocês... imaginem! Todo o mundo acometido por uma perda súbita de memória. Ninguém mais lembra dos escândalos, da excentricidade. Aquela imagem de um bebê balançando na janela foi um delírio coletivo. Agora, voltamos à razão e reconhecemos em Michael Jackson o mesmo ar inocente, diria, imaculado, de quando ele tinha seus quatro, cinco anos, e vivia sobre o açoite paterno.
Ah, antes de qualquer palavra que possa me comprometer, sinto-me na obrigação de assumir que me enquadro no grupo dos que traçam opiniões (por vezes, furadas) sobre tudo.
Senhores, primeiramente, pergunto-me qual seria a maneira mais adequada da família Jackson se posicionar diante da morte de Michael. Pergunto-lhes se seria preferível que houvessem optado por resguardar o momento somente aos próximos ou se era direito adquirido do público, que durante essas mais de quatro décadas deu o real sentido à carreira de Michael, presenciar a despedida. A dor da família, da mãe, dos filhos, merecia mais respeito e mais silêncio. Seria somente deles o direito intransferível a prestar homenagens à memória do filho mais talentoso, correto? Mas como afastar fãs, mídia e os sempre presentes "urubus" de um acontecimento como este? Por si só, o simples fato de Michael ter morrido já deixou parte do mundo chocado, incrédulo.
E só para não desvirtuar de sua habitual postura, também na morte, ele surpreendeu. De início, fiquei frustrada com o "simples" infarto que o matou, mas depois, convenhamos, os próprios fatos se encarregaram de desenhar para Jackson a morte que se imagina para um astro de sua grandeza.
A questão dois: Li alguns textos que criticaram veementemente a cobertura maciça que toda mídia terráquea concedeu ao óbito. Oras, teria como ser diferente? Imagine a construção de uma cena em que Michael Jackson morre, o Jornal Nacional avisa aos interessados e depois do “boa noite”, encerra-se o assunto. Ficaria só o vácuo...
Ao contrário. No dia 25, ainda diante da certeza-nem-tão-absoluta, que dependia de um boletim médico oficial para se tornar igualmente oficial, os veteranos da bancada do JN, que já narraram tudo o que foi de desastre (de terremotos a explosão de avião) engasgaram no ar. Isso, com direito a pedido de desculpas: “estamos emocionados com a morte de Michael Jackson”.
O dia 26 amanheceu com o mundo falando do mesmo assunto. Jackson, ainda quente, o infarto e fãs (e não-fãs) meio abestalhados, sem saber o que tinha acontecido. “Esse homem não ia fazer uma turnê por esses dias? Como é que ele morreu?”, ouvi, muda. Sabe-se lá.
Pequena pausa: A mídia, inclusive, foi acusada de tentativa de “canonização” do astro pop. Vejam só vocês... imaginem! Todo o mundo acometido por uma perda súbita de memória. Ninguém mais lembra dos escândalos, da excentricidade. Aquela imagem de um bebê balançando na janela foi um delírio coletivo. Agora, voltamos à razão e reconhecemos em Michael Jackson o mesmo ar inocente, diria, imaculado, de quando ele tinha seus quatro, cinco anos, e vivia sobre o açoite paterno.
Por favor, né?
Pode ser difícil entender, mas a lógica é simples. A mídia é sim poderosíssima, implacável, impiedosa e blá, blá, blá, mas não subestimem a capacidade da tal opinião pública. Imagine: Michael Jackson santificado... Igreja de São Michael Jackson protetor dos amantes do pop...
Pode ser difícil entender, mas a lógica é simples. A mídia é sim poderosíssima, implacável, impiedosa e blá, blá, blá, mas não subestimem a capacidade da tal opinião pública. Imagine: Michael Jackson santificado... Igreja de São Michael Jackson protetor dos amantes do pop...
“São Jackson, rogais por nós!"
Outra pausa: Curiosíssimo o artigo publicado no site do Observatório da Imprensa, destacando o “grande feito” da revista Piauí que trouxe na capa da sua última edição uma chamada deixando bem claro que não falaria sobre Michael. O artigo festejava a revista, a sua originalidade de avisar aos seus leitores que ignoraria Jackson, a histeria causada pela sua morte, os mistérios que envolvem causa e efeitos.
Outra pausa: Curiosíssimo o artigo publicado no site do Observatório da Imprensa, destacando o “grande feito” da revista Piauí que trouxe na capa da sua última edição uma chamada deixando bem claro que não falaria sobre Michael. O artigo festejava a revista, a sua originalidade de avisar aos seus leitores que ignoraria Jackson, a histeria causada pela sua morte, os mistérios que envolvem causa e efeitos.
É... Até aí, tudo certo. Só que eu fiquei me perguntando, como leitora – não como fã, o porquê dessa postura. Michael tem tanta coisa interessante pra ser explorada. Talvez até a sua morte servisse de gancho para que a revista destrinchasse a música pop, passado, presente e futuro funesto. Quem sabe?
Na verdade, to achando que faltou foi pauteiro nessa história. Não surgiu nenhuma idéia legal para explorar outras vertentes do fato, aí eles acharam por bem não tocar no assunto. O melhor é que tocaram, e na capa... bem, acho que eles ficaram sem ter o que acrescentar. Todo mundo já tinha dito tudo.
Foi isso?
Câmbio, desligo e fico no aguardo!
Obs: Palmas para Eugênio Bucci que conseguiu me surpreender. Ninguém conseguiu adjetivar Michael de forma mais criativa que ele com o “singelo pseudônimo” de “crooner dançante”. Bucci, o que é isso? Despeito ou ignorância?
Obs2: E como minha capacidade ócio-criativa é uma beleza, fiz mentalmente um novo rótulo para adicionar a MJ. Por que não compará-lo a Macunaíma? Índio negro que virou branco, e herói sem nenhum caráter. Taí. Gostei.
***
O FATO É...
Em 15 anos, o Senado Federal conseguiu atingir a marca de 663 atos secretos. E pra completar, veja só... está lembrado daquela história escabrosa de "cartões corporativos" (leia-se o cartão de crédito que político gasta e a gente paga)? Pois bem, não fosse a farra em 2008, quando foram gastos R$ 4,8 milhões, esse ano a fatura vem mais alta ainda. Até agora, os gastos já somam R$ 4,08 milhões (e ainda temos mais de cinco meses pela frente), dos quais apenas R$ 20 mil (VINTE MIL REAIS - menos do que o valor do meu carro), equivalente a 0,5% foram declarados. O restante, pasmem, é considerado DESPESA SECRETA. Os dados são do Transparência, site mantido pela Controladoria Geral da União.
E SOBRE O DIPLOMA (fonte: Observatório da Imprensa)
Advogado brigão
O advogado Francisco Rogério Del Corsi, defensor de Camila Dolabela, acusada de matar uma jovem num jogo de RPG, comportou-se mal a prestações. No primeiro dia, ao chegar ao Fórum de Ouro Preto, MG, no dia 1º de julho, jogou o carro contra uma repórter de TV, não conseguindo por pouco consumar o atropelamento. No dia 2, na porta do Fórum, deu um soco no fotógrafo do jornal Estado de Minas, Emmanuel Pinheiro. O soco acertou a máquina, que bateu no rosto de Pinheiro. Em seguida, ameaçou: "Depois encontro o senhor na hora em que o senhor quiser". Voltando-se para o fotógrafo do jornal O Tempo, Bruno Figueiredo, insultou sua mãe. E esbravejou: "Vocês são vagabundos, despreparados. Vocês sequer têm diploma!"
Pois é: ele, o causídico, que xingou, agrediu e tentou atropelar, tem diploma.
Opa, eu também tenho!!
Na verdade, to achando que faltou foi pauteiro nessa história. Não surgiu nenhuma idéia legal para explorar outras vertentes do fato, aí eles acharam por bem não tocar no assunto. O melhor é que tocaram, e na capa... bem, acho que eles ficaram sem ter o que acrescentar. Todo mundo já tinha dito tudo.
Foi isso?
Câmbio, desligo e fico no aguardo!
Obs: Palmas para Eugênio Bucci que conseguiu me surpreender. Ninguém conseguiu adjetivar Michael de forma mais criativa que ele com o “singelo pseudônimo” de “crooner dançante”. Bucci, o que é isso? Despeito ou ignorância?
Obs2: E como minha capacidade ócio-criativa é uma beleza, fiz mentalmente um novo rótulo para adicionar a MJ. Por que não compará-lo a Macunaíma? Índio negro que virou branco, e herói sem nenhum caráter. Taí. Gostei.
***
O FATO É...
Em 15 anos, o Senado Federal conseguiu atingir a marca de 663 atos secretos. E pra completar, veja só... está lembrado daquela história escabrosa de "cartões corporativos" (leia-se o cartão de crédito que político gasta e a gente paga)? Pois bem, não fosse a farra em 2008, quando foram gastos R$ 4,8 milhões, esse ano a fatura vem mais alta ainda. Até agora, os gastos já somam R$ 4,08 milhões (e ainda temos mais de cinco meses pela frente), dos quais apenas R$ 20 mil (VINTE MIL REAIS - menos do que o valor do meu carro), equivalente a 0,5% foram declarados. O restante, pasmem, é considerado DESPESA SECRETA. Os dados são do Transparência, site mantido pela Controladoria Geral da União.
E SOBRE O DIPLOMA (fonte: Observatório da Imprensa)
Advogado brigão
O advogado Francisco Rogério Del Corsi, defensor de Camila Dolabela, acusada de matar uma jovem num jogo de RPG, comportou-se mal a prestações. No primeiro dia, ao chegar ao Fórum de Ouro Preto, MG, no dia 1º de julho, jogou o carro contra uma repórter de TV, não conseguindo por pouco consumar o atropelamento. No dia 2, na porta do Fórum, deu um soco no fotógrafo do jornal Estado de Minas, Emmanuel Pinheiro. O soco acertou a máquina, que bateu no rosto de Pinheiro. Em seguida, ameaçou: "Depois encontro o senhor na hora em que o senhor quiser". Voltando-se para o fotógrafo do jornal O Tempo, Bruno Figueiredo, insultou sua mãe. E esbravejou: "Vocês são vagabundos, despreparados. Vocês sequer têm diploma!"
Pois é: ele, o causídico, que xingou, agrediu e tentou atropelar, tem diploma.
Opa, eu também tenho!!
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Tenho uma opinião sem muito sentimento e um sentimento bem pessimista em relação ao fato do Brasil ser sede as olimpíadas de 2016. Na verdad...