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| Pô, Frejat... de terninho? |
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
ROCK in RIO - eu disse que ia, eu fui
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Musique-se
Menina Mimada
Barão Vermelho
Composição: Cazuza / Maurício Barros
Foi você que quis ir embora
Agora volta arrependida e chora
Olhar pedindo esmola
Baby, eu conheço a tua história
Quem sabe eu faço um blues em tua homenagem
Eu vou rimar tanta bobagem
Você é tão fácil
Menina mimada
De enfeites
Brochinhos
E queixas, queixas, queixas
Foi você mesma quem quis
Foi você que quis ir embora
Agora toca a campainha e chora
Diz que esqueceu uma sacola
Baby, eu conheço tua história
O cara já está buzinando lá embaixo
Fazendo papel de palhaço
Cheio de flores, promessas
Menina mimada
Você é um fracasso
Cigarros?
Leva o maço
Foi você mesma quem quis
sábado, 6 de novembro de 2010
Musique-se
E essa letra me dispensa de qualquer obrigação de comentários.
Go back
Versão: TitãsComposição: Sérgio Britto e Torquato Neto
Você me chama
Eu quero ir pr'o cinema
Você reclama
Meu coração não contenta
Você me ama
Mas de repente
A madrugada mudou
E certamente
Aquele trem já passou
Se passou, passou
Daqui prá melhor
Foi!...
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dá certo
Não tenho tempo a perder...(2x)
(...)
-"Não é o meu país
É uma sombra que pende
Concreta
Do meu nariz em linha reta
Não é minha cidade
É um sistema que invento
Me transforma
E que acrescento
À minha idade
Nem é o nosso amor
É a memória que suja
A história que enferruja
O que passou
Não é você
Nem sou mais eu
Adeus meu bem
Adeus! Adeus!
Você mudou, mudei também
Adeus, amor! Adeus!
E vem!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Evolução do ser
A primeira é ainda da década de 80, num clipe tosco (como boa parte das produções da época) com um Lobão de voz fina que chega a confundir. O segundo é o último álbum. Ouçam e avaliem.
E aí?
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Toca Raul!!!!
Eu adorava essa música, viajava na letra, mas não fazia nem ideia de quem a teria assinado. Aliás, na época, eu ainda pensava que músicas sempre existiram, como uma "geração espontânea"... como se não houvesse uma mão humana em seu processo.
Numa certa segunda-feira, em 1989, eu estava na casa da minha avó quando ouvi Cid Moreira dizer, no Jornal Nacional, que Raul Seixa havia morrido. Lembro-me de ver o clip de "Gita" (abaixo), quando Raul parece flutuar e, depois, em BG, tocarem “Caubói fora da lei”. Foi aí que a ficha caiu. Eu tinha seis anos.
Hoje eu li muitas coisas sobre a data: 20 anos da morte de Raul, cantor baiano que falecera em 21 de agosto de 1989, vítima de si mesmo, aos 44 anos. Li inclusive um post de Paulo Coelho, em seu blog hospedado no http://www.g1.com.br/, em que ele pincela rapidamente sua produtiva parceria com Raulzito.
Reproduzi aqui dois trechos que achei mais interessantes. E, como não se pode deixar de dizer num dia como hoje: "Moço, por favor, mê dê mais duas fichas da radiola. Eu quero ouvir Raul".
Como declarei para a revista “Rolling Stone”, vinte anos atrás eu estava fazendo o Caminho de Roma quando soube de sua morte em uma cabine telefônica. Liguei para o Brasil (como fazia uma vez por semana) para ver se minha mulher estava bem. Tinha três moedas de cinco francos no bolso, um minuto e meio de conversa. Eu disse: “oi Cris, tudo bem?”. E ela: “Não sei se eu te conto”. Caiu a primeira moeda, depois a segunda e daí ela disse: “O Raul morreu”. Caiu a terceira moeda.
(...)
Fico muito contente ao ver que hoje Raul está mais vivo que nunca. Mas não se iludam: em seus últimos anos de vida era motivo de chacota para apresentadores de TV, e sistematicamente ignorado ou atacado pela imprensa. Eu acompanhei isso de perto – não é informação que me passaram. Mais de uma vez Raul me perguntou: “por que os jornalistas me odeiam tanto?” Infelizmente, a tragédia consagra. Assistimos a Jim Morrison no passado, e assistimos a Michael Jackson agora. A imprensa fez tudo para destruir Michael Jackson e, quando ele morreu, a comoção popular foi gigantesca. Longe de mim dizer que Raul morreu porque sentia-se rejeitado – sua morte foi uma escolha, e ponto final, não cabe a ninguém julgar sua decisão. Mas se estivesse vivo, não sei se seu ( ou nosso, dependendo das músicas) trabalho teria a repercussão que merece. Quem tiver paciência, que leia o brilhante discurso feito por Marco Antonio logo depois da morte de Julio Cesar, em “Julius Cesar” de Shakespeare.
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Tenho uma opinião sem muito sentimento e um sentimento bem pessimista em relação ao fato do Brasil ser sede as olimpíadas de 2016. Na verdad...


