domingo, 19 de junho de 2011

Still writing a bad romance




I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance
(Oh-oh-oh--oh-oooh!)
I want your love and
All your lover's revenge
You and me could write a bad romance

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Diploma? A gente tem!

Fez dois anos: estava apreensiva, assistindo ao Jornal Nacional, quando a repórter, direto de Brasília, avisou que o Supremo Tribunal Federal tinha derrubado a obrigatoriedade do diploma de jornalista. Na hora, a raiva foi tão grande que eu sacudi a almofada na televisão e chamei Gilmar Mendes de todos os nomes feios que vieram na minha cabeça. Logo depois, imagem de outro ministro, chamando jornalismo de arte... Arte?

Pois bem. Por ora, estamos na mesma. Periodicamente, recebo o informativo virtual da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), falando da PEC (o tal Projeto de Emenda Constitucional), que revalidará o diploma (se meu São Assis Chateaubriand permitir). Antes garantido por uma emenda (termo muitíssimo adequado), o diploma de jornalista teria sua própria lei. Será reconhecido por lei... vejam só... como se jornalismo fosse pouca coisa. Como se fosse favor.



Eu investi muito na faculdade e morro de orgulho do meu diploma. Orgulho danado de ser jornalista e ter compromisso, de fato. Já recebi tanta crítica por isso. Chamaram-me de positivista, infantil, ingênua - mas todo jornalista tem lá seus rótulos e eu nem ligo pros meus, enquanto forem esses.

É triste que alguém que estudou tanto para chegar onde chegou (imagino eu, sobre o Gilmar Mendes) bata o martelo e determine que seja dispensável estudar para exercer uma profissão tão socialmente importante. Se a sociedade não puder exigir que nós, Imprensa, tenhamos formação universitária, estudo, base, vai exigir o quê? É triste que a gente viva em um país que aprove retrocessos. E antes que falem de novo, não estou puxando sardinha pro meu lado. Eu continuo com meu diploma, com meu salário, com meu cargo de repórter, mas me  preocupo com a condução do Estado, aquele que acha normal não estudar, acha normal fazer de qualquer jeito, na base do remendo. O velho jeitinho, que já perdeu a graça faz tempo.

Você pode até dizer que compromisso, ética, honestidade e qualquer outro item do bom jornalista não se aprende na faculdade; mas ajuda, garanto. Mas, por enquanto, não se preocupe. A imensa maioria (perdoe-me a redundância, mas preciso dar ênfase) dos profissionais que conheço - da equipe da qual participo e de outros jornais - são sérios, competentes, comprometidos (dentro de suas restrições - lembremos sempre que jornal é empresa e empresas têm vontade própria) e bem formados. Diplomados.


PARA NÃO PERDER O HUMOR
Jornalista é um bicho excêntrico, divertido. Então, mesmo falando de coisa séria, cabe uma leveza aqui. Outro dia, estava defendendo a vocação. A do jornalista, acredite, é forte:


Sem vocação, você faz medicina, pelo dinheiro.
Sem vocação, você pode até fazer administração, para tentar colocar ordem em qualquer coisa que aparecer. Não que o emprego vá ser tudo de bom, mas ele existirá...

Mas, sem vocação, você faz jornalismo? Pra quê? Não tem dinheiro, não tem emprego e, acredite em mim, não tem glamour.


Tacy Viard, na época do fim da obrigatoriedade, andava propagando uma frase da sabedoria popular: Diploma, "você não vale nada, mas eu gosto de você".


Duda Rangel, do "Desilusões perdidas", consegue colocar humor nessa coisa toda de ser jornalista. Para lembrar essa data marginal, ele entrevistou o diploma de jornalismo. Lê aqui.

sábado, 11 de junho de 2011

Retrô-IC

Reviver, reeditar...


Estava tirando o pó dos arquivos do blog e desenterrei uma entrevista ping-pong que fiz com Lobão em 2007, ano em que ele lançou seu álbum acústico. Aliás,um excelente álbum, um dos meus preferidos.


Dessa entrevista, destaquei o trecho abaixo. Lobão é um cara fácil, acessível, sem frescura. Clicando aqui, você vai diretinho pra entrevista, na íntegra.
O Brasil não sabe conviver com vanguarda, com pensamentos de renovação, sabe? Você vê o Ariano Suassuna, por exemplo, é um poço de atraso, apesar de ser um cara genial. Tem uma obra maravilhosa, mas como pensador, é um atraso para o Brasil. Pior é que o cara é um erudito, porra. Então, imagine a besta fera que está no senado nacional, um parlamentar ou um governante que mal tem o segundo grau completo?

sábado, 4 de junho de 2011

5% dos extremamente pobres são crianças de PE

PIB brasileiro tem 29% destinado a políticas sociais

TATIANA NOTARO

Pobreza extrema é um “estado de privação de um indivíduo cujo bem estar é inferior ao mínimo que a sociedade a qual ele pertence julga obrigada a garantir”. No Brasil, es­se conceito envolve lares cuja renda por pessoa seja inferior a R$ 70 por mês. Em seminário, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que, em 2009, 11,7% dos pernambucanos estavam dentro desse conjunto, contra os 5,2% da média nacional. Pior: mostrou também que entre os brasileiros “extremamente pobres”, 5% são crianças pernambucanas com idade entre 0 e 12 anos. “A pobreza tem a cara da criança nordestina”, atestou o diretor de Estudos e Políticas Sociais (Disoc) do Ipea, Jorge Abrahão de Castro.



Nesses casos, o auxílio maior vem do repasse direto de renda do programa Bolsa Família. Contrariando a ideia de que o assistencialismo corrói os cofres públicos, Castro disse que 29% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil é destinado às políticas sociais; 0,4% ao Bolsa Família. Mas a porcentagem é “irrisória” só nos gráficos. Para se ter ideia, o programa cobre 74% das famílias extremamente pobres em Pernambuco.

Castro diz que, por conta da Previdência Social, quase não há idosos em situação de extrema pobreza e que os programas visam “corrigir uma distorção de anos”. “O crescimento das décadas de 60 e 70 foram a ‘índices chineses’ com distribuição de riquezas com taxas de crescimento africano”, comparou. Nesse degrau da extrema pobreza, predomina 51% de desocupados e inativos (pessoas que não estão procurando emprego).

“Quando alguém arruma alguma coisa, é sem carteira. É muito grande a fragilidade no mercado de trabalho para essa parcela da população”, descreveu. Nunca é pouco lembrar: na escala da pobreza, os mais atingidos são as crianças. Na sequência, os adultos e os jovens. E essas pessoas, diz Castro, só vão sair da pobreza com a melhoria do mercado de trabalho e, sim, com o Bolsa Família. “Não dá para abandonar o programa”, enfatiza.

SEM MISÉRIA
Com o plano Brasil Sem Miséria, anunciado na última quinta-feira, o governo Dilma Rousseff reforça a erradicação da pobreza extrema como meta e promete retirar 16 milhões de pessoas dessa situação. E o plano mostra as peças: transferência de renda, inclusão produtiva e acesso a serviços públicos básicos, como educação, saúde e energia elétrica.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Com atraso, pelo dia da Imprensa

Dia 1° de junho foi Dia da Imprensa e, sobre esse tema, eu tenho muito a dizer. Aliás, procuro dizer todos os dias. Nessa relação, o abraço tem que ser forte. Muito forte.

Não por falta do que falar, mas por falta de inspiração, reproduzo um texto de Duda Rangel. Irônico e interessante. Bom para marcar a data.



Balzac, escritor francês e inspiração para este blog, disse que “se a imprensa não existisse, seria preciso não inventá-la”. Eu sempre me encantei com esse quê desencantado do velho Balza, mas acho a tal frase meio radical. Tudo bem que, se a imprensa não existisse, o Zeca Camargo teria sido apenas um exímio dançarino do ventre, o que seria ótimo, mas não posso resumir a questão ao Zeca Camargo. A imprensa tem muita coisa boa também.


E se a imprensa realmente não existisse?

Quem denunciaria as contas secretas, as maracutaias, os dólares na cueca? O novo CD da Preta Gil, que perigo, chegaria às lojas imune de críticas. Não haveria os bares de jornalista e as filosofias de botequim de jornalista. Quem avisaria sobre as graves de trem, as ruas congestionadas e as chuvas de fim de tarde? 

A arte da investigação não teria conhecido o talento de Zé Bob. Pescoção seria apenas o cidadão interessado em olhar o decote da moça ao lado. A liberdade de expressão não teria tanto valor. O Nelson Rodrigues teria sido... o que o Nelson Rodrigues teria sido? Talvez médico? Ginecologista? Meu Deus! 

Não existiria o blog “Desilusões perdidas” para falar mal (e às vezes bem) da profissão. Jamais teríamos conhecido as histórias do bebê-diabo do ABC e do homem que torrou o pênis na tomada divulgadas pelo saudosoNotícias Populares. O Pedro Bial teria, muito provavelmente, dedicado toda a sua carreira a reality shows. 

Não haveria o caderno de Esportes da segunda-feira para a gente ler os elogios à vitória do nosso time. Eu jamais teria acordado com o Jornal da Manhã da Jovem Pan. Repita: eu jamais teria acordado com oJornal da Manhã da Jovem Pan. Os fotógrafos só sobreviveriam com casamentos, batizados e festas de debutante. O furo seria apenas um orifício qualquer.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Tantas palavras, meias palavras

Há uma pilha de papéis sobre a minha escrivaninha e eu não sei o que fazer com eles. Cada um é um capítulo de uma história longa, linda. Mas já revirei todos os papéis, quase uma resma inteira, e não encontrei o último capítulo ainda. Pior é que quando estou colocando os fatos em ordem, achando que vou conseguir fechar o livro, encerrar a narrativa, revisar seu último capítulo e dar título ao todo, aparece um novo acontecimento, uma nova palavra e outro fato inimaginável.

Quando parece perto, escapole pelos dedos. Palavras se vão, outras vêm. Mesmo que agora tudo pareça meio pobre, vazio, há sempre do que se lembrar.

Tudo anda mesmo meio vazio, sem cor ou contraste. Um tom meio sem sentido, meio perdido, meio carioca, meio que querendo voltar, mas indo embora.


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Pela alma marginal

Eu adoraria ser uma porra-louca. Essa ideia me veio na cabeça hoje, durante a aula de Poesia que me veio de presente na grade da faculdade este semestre. O professor falava de poesia marginal e eu me entreti pensando se não daria para viver de boemia, numa vida mais lisérgica. Sem essa de bater ponto, de respirar fundo, de correr pra pauta e de suspirar a cada gráfico de oscilação do PIB ou da inflação. Por isso mesmo, decidi deixar crescer o cabelo e, quem sabe, perder uns 15 quilos - assim deixar a vida mais leve, com algum balanço.

Sei que efetivando essa linha hippie, deixarei de me preocupar com telefonemas não atendidos, colocarei todas as contas no débito automático. Determinarei que o expediente começará sempre às 11h30, sem me preocupar em perder a hora. Ora, e não seria justíssimo? Depois de tanta tinta, meu cabelo respiraria; as roupas caberiam belamente.

Mas isso são alguns minúsculos lampejos delíricos de um período deste, mais exatamente, momento de profundas e piegas transformações.(riff de violão de cordas de aço).

Rádio às 10h34, SMS no meio da noite, um "bom dia" animado, um pedido de aperto, uma mensagem de Chico, uma revolta de Cazuza, meu novo LP velho de sambas de ouro tocando na nova radiola modernosa, dar um fora, um livro de Caio F. Abreu, um certo "Nosso Lar", um cafezinho lascando de doce no meio da tarde, uma troca de farpas, algumas distâncias, um casaco largo o suficente para camuflar a barriga e um pouco de pó para dar cor, todo dia, de leve.

Bem de leve.



20 ANOS RECOLHIDOS
(Chacal)

chegou a hora de amar desesperadamente
                                           apaixonadamente
                                      descontroladamente
chegou a hora de mudar o estilo
                      de mudar o vestido
chegou atrasada como um trem atrasado
                                             mas que chega

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Paris nights, NY mornings

Adoro velharia - quem me conhece, sabe disso. André mesmo, já diz: "Tati pode organizar tudo, menos o set list, senão a gente passa a noite ouvindo Cartola". Então, pra mim e pro meu saudosismo, o canal Viva é um prato cheio. Agora, toda noite eu tenho um ritual noturno, pós aula. Chegou em casa, ligo a TV e vejo "Anos Dourados", "A Muralha" e "Vale Tudo". Overdose de passado. Vale Tudo termina já depois da 1h da manhã - mas vale a pena.

É engraçado, porque é o tipo de experiência interessante. Vale Tudo é de 1989, época em quem Antônio Fagundes ainda era um jovem de cabelos mesclados, no auge do seu charme masculino. Na trama reprisada, Ivan (que faz suspirar) está naquela fase de tentar se livrar de Heleninha Roitman (de Renata Sorrah) para voltar com Raquel (de Regina Duarte) e nem imagina que caiu em armadilha de Odete Roitman. Aliás, essa dispensa comentários. Eu acho Beatriz Segall brilhante porque Odete não é má, mas primorosamente sarcástica, gélida como toda boa vilã merece ser.

Sim, mas o que chama a minha atenção (ainda pouco treinada para as minúcias técnicas da teledramaturgia) é a mudança física dos atores. Fagundes está na atual novela das oito, 20 anos mais velho - rosto mais largo e sem sombra de cabelos escuros. Beatriz Segall, no ar hoje no infame "Lara com Z", está no auge dos seus 80 e poucos anos e não sei por qual motivo resolveu fazer plástica. Óbvio que não prestou e a esticada está mais visível do que o desejado. Acho que Tônia Carreiro foi muito dura quando disse que "a velhice é a prova de que o inferno existe", mas o tempo é mesmo implacável.

Enfim. Fugindo ao assunto (tô sempre falando de tempo por aqui), nos intervalos do Viva passa a vinheta da nova programação do GNT, que tem uma musiquinha muito legal. Só para desempoeirar o IC e terminar esse post (esquisito, que saiu do nada pra canto nenhum), vai ela aí.

domingo, 1 de maio de 2011

Be-a-bá // Dívida pública brasileira

Dívida que fica para a eternidade


Para honrar compromissos, Brasil atingiu saldo negativo de R$ 1,7 trilhão


TATIANA NOTARO


A dívida pública brasileira ficou 1,39% maior no mês de mar­­ço, segundo divulgou a Secretaria do Tesouro Nacional, e atingiu a soma total de R$ 1,695 trilhão. Também segundo o Tesouro, a dívida interna chegou a R$ 1,611 trilhão, depois do aumento de 1,6%; já o saldo devedor externo, depois da redução de 2,63%, dá conta que o País de­ve R$ 83,53 bilhões.

Os números são muitos, mas, simplificando, a dívida pública cresce porque o Governo precisa honrar seus compromissos, investimentos, gastos com saúde e educação. Entram também os juros, os grandes culpados pelo “trilhão”. Quando eles aumentam, aumentam também os encargos da dívida. O economista Jorge Jatobá explica que o Governo não consegue bancar todos os gastos com o que arrecada e precisa pedir dinheiro emprestado. “O montante da dívida brasileira corresponde a quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) nacional“, diz.

Essa história vem desde a época em que o Brasil ficou independente e “herdou compromissos com alguns credores ingleses”, segundo explica o economista do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau, Djalma Guimarães. Esse primeiro endividamento foi ganhando somas ao longo da história. “O período militar foi o que contraiu o maior endividamento”, comenta. A dívida também se acumulou nos anos 1970, quando havia mais liquidez (mais dinheiro disponível no mercado). “Quando o governo americano aumentou a taxa de juros, os investidores passaram a investir lá e o governo brasileiro teve que se organizar para pagar os compromissos. Foi quando decretou a moratória da dívida e a inflação subiu”, explica.

Na década de 1990, o Plano Real previa o corte de gastos, melhor organização das despesas e combate à inflação. “Foi aí que se estabeleceu o superavit primário, que determina que uma percentagem do orçamento do Governo seja economizado”, relembra Djalma Guimarães. Junto com a valorização do câmbio, a inflação foi reduzida e a economia estabilizada.

Guimarães explica que o Brasil lança títulos da dívida pública no mercado e as pessoas (ou instituições) os compram, o que caracteriza a dívida interna. “Vale a pena usar o dinheiro da restituição do Imposto de Renda para investir nesses títulos”, diz Guimarães. Mais de cinco mil novos investidores se inscreveram no Tesouro Direto no mês de março, elevando o número de participantes desde o início do programa a 230.997, com crescimento de 25,87% nos últimos 12 meses.

O especialista diz que 40% do orçamento brasileiro é destinado a investimentos, pagamento de pessoal e obras,. Os 60% restantes são para juros e serviços da dívida. Em resumo, é mesmo o maior fator de endividamento do País, “por causa da taxa de juros”, como explica Guimarães. O problema da dívida pública é esse: o dinheiro que vai para pagamento de juros e deixa de ser revertido para coisas mais importantes, como necessidades básicas da população. “Não é interessante para nenhum país pagar a dívida pública externa aos grandes bancos estrangeiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela representa 60% do PIB. O que se pode fazer é melhorar a qualidade da dívida”, analisa.

domingo, 17 de abril de 2011

Pão, pão. Queijo, queijo

Não é nem um "motivo para amar", mas um motivo para pensar:

Sinto pouco o desejo de vingança. Sou muito cristão desse aspecto, no sentido da compaixão, da piedade. Tenho pena das pessoas. Quando alguém me sacaneia, penso: coitada dessa pessoa! Não estou dando uma de grandioso, mas não sinto vontade de me vingar, de devolver, pão, pão, queijo, queijo. (Cazuza)



E serve pra tanta coisa...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Las mochileras de tacón

O que eu mais gosto neste meu blog é que ele não tem estilo - aqui a gente fala do que der na telha, a hora que for, no momento que for. Afinal, amarras criativas, bastam-me as do dia a dia.

Mas eu admiro (e muito) que consegue manter um blog sempre atualizado (cof, cof, cof) e ainda tem a disciplina de delimitar tema. Se fosse assim aqui no IC, a gente tava lascado, sem pauta.

E tem coisa boa de ter amigo jornalista e melhor ainda de ter amigo-jornalista-blogueiro-disciplinado. Então, pra quem gosta de viajar e, melhor ainda, com boa excelente orientação, vai uma dica: LAS MOCHILERAS DE TACÓN. Eu não vou explicar muito sobre o blog (você vai lá e vê com os próprios olhos, né?), mas Sabrina Medeiros (garanto) é uma diversão!