domingo, 4 de maio de 2008

"Em busca do borogodó perdido"

Dia desses, no meio a um garimpo no GRANDE acervo de livros numa das (várias) Lojas Americanas do Recife, me deparei com um exemplar "exemplar" da grande literatura mundial. Estava por lá, jogado como grande parte dos outros livros, alguns já sem capa, sujos e maltrapilhos, ansiosos por serem lidos (afff, terrível), mas este me chamou a atenção por conta do título, bastante inquietante. Então, registrei-o com a minha fabulosa câmera de celular, seguindo a inspiração do meu amigo Carlos Leite em um post.



Como disse, fiquei inquieta com o tal do borogodó, então fui fazer uma pesquisa a respeito para maiores esclarecimentos aqui. Achei um blog interessante falando sobre o assunto. Segue alguns trechos:
"Que me desculpem os belos, mas BOROGODÓ é fundamental. Sim, Vinícius estava errado quando falou que era a beleza. Ele ainda não conhecia o borogodó. Fenômeno interessante que acontece com alguns mortais que não nasceram com o padrão estético vigente, mas são dotados de um brilho que chama a atenção de qualquer um. Com certeza você já ouviu falar desse magnetismo que certas pessoas exercem sobre outras. Quem tem borogodó faz os outros pensarem em sexo a um simples olhar. Dá vontade de querer conhecer, saber se é só impressão ou a pessoa é aquilo tudo mesmo. É um desejo movido pelo mistério, pelas fantasias que o outro nos inspira..." (Estranho mundo de Lena)
Eu curti esse negócio de borogodó...
Fica a pergunta: Você já encontrou seu borogodó perdido?

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